domingo, 8 de maio de 2011

Festa da Polenta continuação...


·        Casa da Nonna: com 55 componentes, prepara o cenário dos principais ambientes de uma casa do início da imigração, com utensílios, móveis e gastronomia. No local, também é comercializado os souvernires da Festa da Polenta; 

 Observe a riqueza de detalhes da casa, as xicaras e os pratos, a prateleira. Tudo exatamente como no tempo das nonas italianas.


   















A Serenata Italiana  acontece também em Venda Nova do  Imigrante e é um evento muito interessante.  Para voltar ao tempo em que a Festa da Polenta era um evento mais intimista e ao mesmo tempo lembrar aos moradores a importância do culto aos costumes locais, surgiu a Serenata Italiana. De quatro cantos da cidade, grupos com pessoas de todas as idades e caracterizadas como os imigrantes italianos saem à noite entoando cançonetas em dialeto. Ao longo do percurso nas principais avenidas, algumas famílias recepcionam os participantes em frente de suas casas com uma mesa cheia de delícias da culinária italiana e muito queijo e vinho. A cada parada antes de chegar ao destino, os “seresteiros” degustam crostoli, uma linguicinha frita, polenta feita na hora no “polentamóvel”...

Vila Cenográfica inova o ambiente da Festa. A reprodução de uma vila italiana em forma de painéis cenográficos deu à praça de alimentação um ambiente aconchegante e de encher os olhos de turistas e moradores. As construções feitas aqui no Brasil com os materiais disponíveis na época também não foram esquecidas no projeto da arquiteta Cátia Perim. No último módulo, ela homenageou o Pai da Festa da Polenta, padre Cleto Caliman, com uma réplica do antigo casarão do patriarca, Fioravante Caliman.  Vários detalhes, como cortinas de renda e floreiras nas janelas, revelam costumes até hoje mantidos na Itália. O capricho e o culto ao belo permanecem: donas de casa que se dedicam aos jardins. É só dar uma volta por Venda Nova e comprovar que a estética faz parte do nosso dia-a-dia. No painel cenográfico, as aberturas das portas e janelas permitem que os pratos típicos sejam servidos ao público da Festa da Polenta, que na mesa ou na fila vai poder apreciar a beleza dos sobrados da antiga Itália.
 
Tombo da Polenta Desde o ano de 2004 o momento em que um panelão gigante entorna mais de uma tonelada de polenta se tornou a grande atração da Festa da Polenta. O “Tombo da Polenta”, como ficou conhecido, é uma festa à parte no Centro de Eventos. Para preparar 1.200 quilos de polenta, 400 quilos de fubá e muita água vão para o panelão. Com capacidade de 1.390 litros. O panelão é uma réplica perfeita das panelas usadas nas cozinhas das nonnas e nas casas onde as famílias ainda mantêm o costume.
Para comportá-la, um fogão de tijolos foi construído no local da Festa. Ali, a polenta fica quase cinco horas cozinhando na presença do público. Graças a um mecanismo com correntes resistentes, roldanas e manivelas, o panelão pode virar 90 graus e entornar a polenta em um tabuleiro grande. Tudo ao som de “La Bella Polenta”, o hino da festa.



Queijo gigante , um queijo gigante de 800 quilos, que não podia faltar para ser servido com a polenta, né? No sábado pela manhã, a equipe organizadora do Paiol do Nonno prepara uma verdadeira corte para acompanhar o queijo gigante ao seu destino: o Centro de Eventos, onde acontece a Festa da Polenta. Junto com o queijo, vai o milho que foi plantado especialmente para fazer a polenta e que fica no Paiol do Nonno.
Vários elementos da época da colonização servem de enfeite a serem exibidos nos carros de bois e tratores, devidamente guiados e acompanhados por pessoas com trajes típicos. Com muita música típica, a corte passa pela cidade sob os aplausos dos visitantes e moradores.



No domingo à tarde, o queijo é fatiado e picado diante do público.
Paiol do Nonno:  O Paiol do Nonno retrata o dia-a-dia das famílias nas primeiras décadas da colonização. As ferramentas para o cultivo, o manejo e o beneficiamento das culturas hoje são relíquias, mas ainda funcionam. O Paiol do Nonno, onde o milho da polenta fica armazenado, reaviva as suas funções e antigos costumes, mostrando ao público como era a produção de melado, do açúcar mascavo e o preparo do alimento dos animais.

Quem visita o Paiol do Nonno pode ver ainda como eram preparados alguns alimentos alternativos da época: banana na chapa, polenta frita na brasa e outros. Na vendinha anexa, são comercializados pastel, caldo-de-cana, socol, linguiça e ainda são feitas bolsas de apostas para quem adivinhar o tamanho de uma super linguiça. Para compor o ambiente, além do fogão à lenha, ferramentas como machado, foice, grupião e cangalha ficam expostos para o público, que ainda pode ver em algum dos cantos do paiol, uma galinha choca, uma casa de abelha ou outra curiosidade típica da roça.


Moinho é atração no Paiol do Nonno Desde 2008, o moinho de fubá construído pelos primos Ângelo, Dácio e Pascoal Falqueto (foto) está entre as atrações do Paiol do Nonno. Com madeiras refugadas, três voluntários da Festa da Polenta resolveram pôr em prática uma ideia que surgiu há dois anos. Eles montaram uma estrutura com um moinho de pedra funcionando dentro do Centro de Eventos Padre Cleto Caliman.

A engenhoca mostra com perfeição o processo que transforma os grãos de milho em fubá. Na estrutura com madeira refugada, podem ser observados dois esteios de braúna que fizeram parte de um antigo moinho e uma peça de cacunda, todas têm mais de 70 anos.
 




Para montar toda engrenagem, além de reaproveitar peças de madeira de demolição e de eucalipto, os responsáveis pelo projeto precisam do apoio dos amigos. Benjamim Falqueto cedeu a pedra com o eixo e o rodiz, o mesmo que roda o pelto. A peça de nome esquisito fica na base da estrutura, onde a água bate e faz a engrenagem girar.

Uma bomba de 2kw retira a água do lago da propriedade de Rafael Zandonadi, a leva para uma altura de 260 metros, de onde a gravidade se encarrega de levar até o moinho. Esta é a parte que faz a engrenagem girar.
 

Grupo de Ballo Granello Giallo: O Granello Giallo se destaca pelo capricho. Em cada apresentação, rapazes e moças estão sempre alinhados e com os passos na ponta dos pés. A maioria tem traços étnicos europeus e os trajes típicos e a alegria dos integrantes formam um conjunto harmônico contagiante.


O repertório é variado. Tem a dança da garrafa (que não é a da Bahia), ‘Ballo di Nastri’ (a dança da fita), ‘Ritorno Del Mare’ e a mais tradicional da Itália, a ‘tarantela’, nas versões calabresa, veneta e napolitana. Os visitantes mais gostam é da ‘manfrina’, em que os integrantes do grupo dançam com pessoas da plateia.



Dei Bambini : Os pequeninos não hesitam em também ser voluntários da Festa da Polenta. Eles esperam ansiosos o mês de outubro para vestir os trajes típicos e participar do evento, através da equipe Dei Bambini. No domingo, na hora do almoço, eles distribuem flores, informativos e folheteria do evento e de Venda Nova. Os bambinos figuram entre as atrações que mais encantam e emocionam o público.



Coral Sol da Manhã: As vozes ainda em formação possibilitam um belo espetáculo, com um quê de inocência. Muitas crianças já trazem nato o dom da afinação e outras vão se desenvolvendo com exercícios vocais.
E muitas outras atrações, confira no próprio site da festa da polenta. Maravilhosa essa cultura preservada pelos descentendes de imigrantes da linda Venda Nova do Imigrante. Confira muito mais no proprio site da "Festa da Polenta"...AQUI Ó

·        Fonte:


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