segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A Estrada e Eu

Não sei onde vou chegar.
O meu mundo, onde vai dar.
E nas retas dessa estrada
Alargada...
Sei que meu futuro
Pode não ser nada.
E nas curvas perigosas,
Capoto minha vida.
Sigo sozinha
Nessa estrada sem saída.
E a poeira do último carro
Que passou veloz.
Já se apagou há muito tempo...
Deixando-me sem voz.
Bati meu carro
Numa curva perigosa.
Morri... renasci...
Sempre trôpega,
Caio aqui e ali.
Revivi... mas jamais,
Voltei a sorrir.
E as cicatrizes do acidente
Continuam aqui.
Levantei, tentei continuar,
Nessa estrada,
Mas me enganava,
E não via por onde eu andava.
Cenas loucas...
Passam velozes por minha mente.
E eu sigo sem ter e nem querer,
Estou dormente.
E meu mundo; desabou,
Caiu, sumiu...
Ruiu sobre meus pés.
E nada mais surgiu.




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