terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Amar e Morrer - Poesias

À mata virgem escondia o riacho.
Suas águas cristalinas caiam em cachos.
Às pedras dormiam ao sol,
E nas árvores, o doce cantar de um rouxinol.
E nessa cachoeira de águas cristalinas,
À espuma branca escondia à pureza,
Daquela moça de mãos tão pequeninas.
Foi lá o amor mostrou toda sua destreza.
No cantar daquela mágica natureza.
Ela se pôs a sonhar com o amor que crescia,
E, em seu peito, uma louca paixão ardia.
E naquele momento, ele, apenas lhe sorria,
E pra sempre ela o amaria.
E à beleza daquele lugar pitoresco
A fez pensar que o amor nunca acabaria.
Mas era apenas, dela, um sonho grotesco,
Que em breve sua vida destruiria.
E ao som daquelas águas borbulhantes
o amor acontecia.
E os dois corpos tão ligados
Aos poucos se entregavam.
E toda cor daquele amor se esvaia.
E eles em uma magia única sonhavam.
E às pedras foram testemunhas do amor que Lya sentia
E o sol, que queimava a pele, parecia aquecer a emoção.
E ela nem percebia... que tudo se acabaria,
E que a dor maior ainda atacaria seu coração.
Que aos poucos pararia de bater tão forte.
E daria lugar a uma solidão eterna.
E, àquele seu amor, morreria por pura falta de sorte.
Naufragaria e... seria como uma cisterna,
Contendo todo seu amor, apenas, lá bem no fundo.

 a,
Contendo todo seu amor, apenas, lá bem no fundo.
















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